segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Eu sou meu grafo

Dentro de mim
possui tantas vértices
e tantas arestas
que eu me perco
dentro de mim mesma.
É como um emaranhado de ligações
alguns dirigidos,
outros não,
confusos e sortidos.
Vértices complexas
com vários graus de emissão
mais ainda de recepção
um vai e vem de puro sentimentalismo.
Um verdadeiro grafo
desenhado
e implementado
em mim.


(Este poema utiliza-se de conceitos da Teoria dos Grafos)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Incertezas

Talvez eu seja
uma entidade genérica
repleta de especializações
cada uma
com seus próprios atributos

talvez eu seja
uma entidade fraca
dependente de algo
que não sei ao certo

talvez eu apenas seja
apenas um atributo
multivalorado
atrelado a uma entidade
desnecessária

talvez...



(este poema utiliza-se de conceitos de Banco de Dados)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

biblioteca conselheira

#include <stdlib.h>
include stdlib.h
in de clu dlib h st
lu de  c di blih in
lin  di a b liho in
lindo adi  li oha
lindo dia la oeha e
ol ha dia  lindo t e se
olha  et dia lindo es
olha lindo este dia
olha este lindo dia

sexta-feira, 6 de junho de 2014

->foco

A melhor coisa da vida é ter um foco e segui-lo,
pois cada dia mais vejo gente apontando sua vida pra NULL.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Estrutura chamada vida

A vida é como um for
Você começa de um jeito
(surge uma novidade)
faz uma análise do que quer
decide se a aceita ou não.
Independente de sua decisão
sempre é acrescentando algo em você
e no final, você já não é o mesmo.

[Poegrama]

humano eu;

enquanto{

enquanto eu programava
uma música eu escutava
minha amiga cochilava
uma função implementava
tudo nela eu comentava
mais chaves acrescentava
a cortina balançava
mas o programa não "rodava"...

} o código não funcionar

fui ver o mundo da janela do meu quarto
me deitei e adormeci.