/* Poetizando a computação */
int main (){
quarta-feira, 18 de março de 2015
Fragmento executável em mim
<?meueu
$metade1 = "razão";
$metade2 = "emoção";
$eu = "metade1.metade2";
echo "$eu";
?>
(Este poema utiliza-se de conceitos de PHP)
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Eu sou meu grafo
Dentro de mim
possui tantas vértices
e tantas arestas
que eu me perco
dentro de mim mesma.
É como um emaranhado de ligações
alguns dirigidos,
outros não,
confusos e sortidos.
Vértices complexas
com vários graus de emissão
mais ainda de recepção
um vai e vem de puro sentimentalismo.
Um verdadeiro grafo
desenhado
e implementado
em mim.
(Este poema utiliza-se de conceitos da Teoria dos Grafos)
possui tantas vértices
e tantas arestas
que eu me perco
dentro de mim mesma.
É como um emaranhado de ligações
alguns dirigidos,
outros não,
confusos e sortidos.
Vértices complexas
com vários graus de emissão
mais ainda de recepção
um vai e vem de puro sentimentalismo.
Um verdadeiro grafo
desenhado
e implementado
em mim.
(Este poema utiliza-se de conceitos da Teoria dos Grafos)
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Incertezas
Talvez eu seja
uma entidade genérica
repleta de especializações
cada uma
com seus próprios atributos
talvez eu seja
uma entidade fraca
dependente de algo
que não sei ao certo
talvez eu apenas seja
apenas um atributo
multivalorado
atrelado a uma entidade
desnecessária
talvez...
(este poema utiliza-se de conceitos de Banco de Dados)
uma entidade genérica
repleta de especializações
cada uma
com seus próprios atributos
talvez eu seja
uma entidade fraca
dependente de algo
que não sei ao certo
talvez eu apenas seja
apenas um atributo
multivalorado
atrelado a uma entidade
desnecessária
talvez...
(este poema utiliza-se de conceitos de Banco de Dados)
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